Coletânea

terça-feira, fevereiro 28, 2006

 

REENCARNAÇÃO E RESSURREIÇÃO

Originalmente publicado sob o título "Perguntas básicas: acerca de Jesus Cristo", Revista Ultimato No 270 – Maio/Junho 2001, pp. 54-55.

“Creio... na ressurreição do corpo” – assim afirma o credo dos apóstolos, e assim cristãos de tradições tão diversas como católicos, ortodoxos e protestantes têm unanimemente confessado sua fé através dos séculos.1 A ressurreição é o alicerce da esperança do crente diante da morte.

A reencarnação

Dentre todas as idéias que se opõem à doutrina cristã da ressurreição, talvez a reencarnação seja a alternativa mais conhecida. Existem variações sobre a noção de reencarnação, mas a idéia básica é que a nossa vida atual neste mundo é uma repetição de outras existências vividas em outros corpos – a alma da mesma pessoa continua reencarnando, esquecendo as vidas passadas. As vidas futuras das pessoas são determinadas pela lei do carma, que afirma que os maus atos passados estão relacionados com a vida presente, e que as ações atuais da pessoa têm implicações para as vidas futuras. O estado (social e físico) no qual a pessoa nascerá no futuro é assim determinado. Alguns hindus e budistas acreditam que a essência que é reencarnada é uma essência impessoal, que quer dizer que a pessoa em si realmente não existe mais. Diferente do ensino oriental, a idéia ocidental ressalta um conceito mais otimista da vida, sendo que o objetivo de múltiplas reencarnações é finalmente unir-se à divindade, se tornando divino. Em síntese, “todos os ensinos reencarnacionistas baseiam-se numa cosmovisão monista, mística e ocultista, que promove a divindade essencial da humanidade, nega a noção de um Deus pessoal soberano e oferece a promessa de sabedoria esotérica”.2

Cristo ressuscitou

Segundo C. S. Lewis (1898-1963), “Jesus abriu à força a porta que estava fechada desde a morte do primeiro homem. Ele encontrou, enfrentou e derrotou o Rei da Morte. Tudo é diferente porque ele fez isso”. Por isto, a ressurreição de Cristo faz parte essencial da pregação da Igreja em todos os tempos. A esperança da futura ressurreição dos crentes depende da ressurreição de nosso Senhor (1Co 15.1-19). Em sua ressurreição, Cristo venceu a morte para podermos participar da justiça que em sua morte adquiriu para todos nós (1Co 15.17, 54-55; Rm 4.25; 1Pe 1.3,21). À luz dos métodos historiográficos, a ressurreição de Jesus é o fato melhor atestado em toda a história. Algumas evidências históricas da ressurreição podem ser resumidas assim:

1. O medo do poder de Roma foi totalmente ignorado quando o selo romano posto sobre o túmulo foi quebrado;

2. Tanto judeus quanto os romanos admitiram que o túmulo estava vazio. Ninguém podia achar ou mostrar o corpo – por isto, o silêncio dos judeus é tão significativo quanto o falar dos cristãos;

3. De alguma maneira, diante da guarda romana, a pedra de quase duas toneladas foi removida da entrada do túmulo;

4. Uma guarda militar romana, altamente disciplinada, deixou seu posto e precisou ser subornada pelas autoridades para mentir sobre o que realmente aconteceu. Foi justamente para evitar o roubo do corpo que a guarda foi exigida (Mt 27.64s);

5. A mortalha, intacta, não continha o corpo. João Crisóstomo (344-407), bispo de Constantinopla, notou que ladrões não poderiam roubar o corpo nu, porque demora-se muito para tirar o linho: “ele [o corpo] foi enterrado com muita mirra, que cola o linho ao corpo assim como o chumbo” (Hom. 54, sobre João 4);

6. Mais tarde, Cristo apareceu a mais de quinhentas testemunhas, em diferentes situações, e a maioria ainda estava viva quando Paulo escreveu 1Coríntios, entre 55 e 56 d.C. – cerca de 25 anos após a ressurreição;

7. Flavio Josefo, historiador judeu do final do século I, disse: “Das mulheres, nenhuma evidência será aceita, por causa da frivolidade e temeridade do seu sexo” (Antiguidades iv.8.15). Por causa da desconsideração do judaísmo antigo em relação à confiabilidade das mulheres, se a história da ressurreição fosse realmente uma manipulação, elas nunca teriam sido escolhidas para serem as primeiras testemunhas do fato;

8. A evidência conclusiva contra a possibilidade de que os discípulos roubaram o corpo é a disponibilidade dos discípulos de sofrer e até morrer por sua fé, crendo que realmente houve a ressurreição do Senhor – e isto depois de terem fugido e se escondido durante a crucificação;

9. É importante perceber que não existe evidência para qualquer tentativa de refutação da ressurreição de Cristo, por parte de seus adversários, nos primeiros séculos do cristianismo. A igreja foi construída sobre este fato: que Jesus Cristo, uma vez crucificado, ressuscitou dentre os mortos;

10. No fim, há uma ausência total de outras explicações satisfatórias para o fenômeno da ressurreição de Cristo; qualquer outra teoria não responde a toda a evidência.3

Nossa ressurreição4

As Escrituras são claras em prometer ressurreição aos que crêem. Ela é ensinada no Antigo Testamento explicitamente em 1Sm 1.6; Sl 16.10; Os 6.1s; Ez 37.1-14; Is 53.10-12; Is 26.13-19; Dn 12.1s e implicitamente em Gn 5.24; Jó 33.18-28; Sl 30.3; 49.14s; 55.15s; 2Rs 2.9-11; Jn 2.1-9. É significativo que Jesus e os autores do Novo Testamento sustentaram que o Antigo Testamento ensina a ressurreição (Mc 12.24-27; At 2.24-32; 13.32-37; Hb 11.9). No Novo Testamento, esta foi uma das doutrinas mais elaboradas, principalmente nos escritos de Paulo (1Co 15.1-58; 2Co 5.15-17; 1Ts 4.16s), sendo mencionada em quase todos os escritos (At 1.22; 2.24, 32; 3.15; 13.29s; Hb 6.1s; 11.19, 35; 1Pe 1.3-4; 3.19s; Ap 1.5; 5.9-10; 20.5-15). O Novo Testamento afirma unanimemente que Deus vai ressuscitar os mortos e que isso não é considerado algo difícil demais para Ele fazer (At 26:8).

A realidade de nossa ressurreição é ensinada através de dois fatos. O primeiro é que Jesus foi ressuscitado no mesmo corpo no qual Ele morreu. Em Lucas 23.39, vemos que Jesus não ressuscitou apenas na forma do espírito, mas fisicamente. O segundo é que nós teremos corpos iguais ao corpo de Cristo. Ele é “as primícias dos que dormem” (1Co 15.21). A ressurreição implica uma continuidade entre o corpo físico que temos agora e o corpo que teremos no futuro. Os próprios santos martirizados serão incluídos na ressurreição (Ap 20.5) e haverá mútuo reconhecimento (Mt 8.11; Lc 13.28). Quanto a outros benefícios que os crentes recebem de Cristo na ressurreição, o Breve Catecismo de Wesminster (1647) afirma: “Na ressurreição, os crentes, sendo ressuscitados em glória, serão publicamente reconhecidos e absolvidos no dia do juízo, e tornados perfeitamente felizes no pleno deleite de Deus, por toda a eternidade”.

A continuidade entre o corpo presente e o futuro é também marcada por algumas mudanças. Mateus 22.30 diz que no céu seremos como os anjos, não casados. É discutível se isso quer dizer que não existirá macho e fêmea no céu, mas as relações sexuais não continuarão. O corpo ressuscitado de Cristo tinha o poder de aparecer de repente entre os discípulos (Lc 24.36), mas era ainda um corpo físico (Jo 20.24-28). O corpo no estado futuro terá capacidades além daquelas que tem agora. O corpo será próprio para a existência celestial que teremos. Serão corpos perfeitos, sem corrupção, poderosos e gloriosos (1Co 15.35-58). Estaremos livres das imperfeições e das necessidades que tínhamos na terra. Em 1Co 15.50, Paulo diz que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus, mas isso não elimina a possibilidade de uma ressurreição física. O corpo pode ser diferente do que é agora e ainda ser composto de matéria física. Como o erudito puritano Richard Sibbes (1577-1635) disse, “Deus prepara nossa alma aqui para possuir um corpo glorioso no porvir; e preparará o corpo para receber uma alma gloriosa”.

Ressurreição: obra do Deus triúno

Todos os membros da Trindade estão envolvidos na ressurreição dos crentes. Em alguns casos, se diz simplesmente que Deus ressuscita os mortos, sem especificar nenhuma pessoa (Mt 22.29; 2Co 1.9). Mas a ressurreição é também mencionada como obra do Pai por meio do Espírito Santo (Rm 8.11). Mais particularmente, porém, a obra da ressurreição é atribuída ao Filho (Jo 5.21, 25, 28, 29; 6.38-40, 44, 54; 1Ts 4.16), sendo destacado que há uma ligação especial entre a ressurreição de Cristo e a nossa ressurreição (1Co 15.12-14).5

Em conclusão, cristãos crêem com convicção que “aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hb 9.27), e por isto têm repudiado o ensino da reencarnação como uma séria e mortífera distorção da fé evangélica.

Franklin Ferreira, doutorando em teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), é professor de teologia sistemática e história da igreja no mesmo seminário onde estuda e na Escola de Pastores, em Niterói (RJ).

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Notas:

1 Este ponto precisa ser bem enfatizado, pois em anos recentes alguns têm suposto erroneamente que a Igreja cria na reencarnação, em seu início. A Igreja cristã nunca ensinou ou creu na reencarnação. Isto pode ser facilmente confirmado numa consulta ao Didaquê 16.6 e às obras de Inácio de Antioquia (Trall. 9.2), Clemente de Roma (1 Clem. 24-26), Justino (1 apol. 18s.), Irineu de Lião (Adv. haer. 1.6.2; 1.27.3; 5.1.2) e Tertuliano (De ressurr. carn.). Mesmo Orígenes, o controverso pai alexandrino, cria na ressurreição do corpo (De princ. 2.10; 3.6.6). A reencarnação foi ainda repetidamente rejeitada pelos Concílios de Lião (1274) e Florença (1439), bem como pelo do Vaticano II (1965, Lumen Gentium, 48). Em anos mais recentes, Rudolf Bultmann tentou negar a historicidade da ressurreição, tentando reinterpretá-la em termos de linguagem mitológica, sendo refutado pelos trabalhos de Oscar Culmann (Christ and time; Immortality of the soul or resurrection of the body?) e Herman Ridderbos (Bultmann, a ser lançado pela editora Cultura Cristã), entre outros. A importância da doutrina da ressurreição na pregação e ensino cristãos pode ser facilmente comprovada a partir do estudo das obras de cristãos com métodos teológicos tão diferentes como Agostinho de Hipona (Enchir. 84-87; De civ. dei 22.20.1; 22.19), Tomás de Aquino (Expositio super Symbolo Apostolorum), João Calvino (Inst. 3.25) e Karl Barth (Church Dogmatics 3.2.47; 4.1.59), ou com uma consulta aos principais catecismos e confissões de fé da Igreja cristã.

2 R. M. Enroth, “Reencarnação” em Walter Elwell (ed.), Enciclopédia histórico-teológica da Igreja cristã, vol. III (São Paulo: Vida Nova, 1990), p. 248. Para um contraste entre a cosmovisão cristã e a cosmovisão panteísta, ver Norman L. Geisler & J. Yutaka Amano, Reencarnação: o fascínio que renasce em cada geração (São Paulo: Mundo Cristão, 1994), pp. 101, 134, 141.

3 J. Scott Horrell, Apostila de teologia sistemática. 4a. ed. (São Paulo: Faculdade Teológica Batista de São Paulo, 1990), pp. 66-68.

4 Millard Erickson, Introdução à teologia sistemática (São Paulo: Vida Nova, 1997), pp. 502-505.

5 Louis Berkhof, Teologia sistemática (Campinas: Luz para o Caminho, 1990), p. 728.

Comments:
Prezada Norma,

É preciso ser realista, a reencarnação de fato destrói a missão de Jesus aqui entre nós, pois se Ele é o nosso Salvador como poderíamos nós mesmos nos salvar, isso é anticristão completamente.
Venho discutindo isso entre os espíritas, mas é muito difícil fazer esses irmãos enxergarem o abismo cultural que há entre Cristianismo e Espiritismo.
Por que diabos quis Allan Kardec ligar coisas tão distintas?

Com os melhores votos do irmão,

JOÃO EMILIANO MARTINS NETO
 
Prezada Norma,

Com a reencarnação o Cristianismo não passaria de um engodo e estaríamos de volta a braços com a lei da necessidade ou Lei do Sacrifício como a chama o mestre Olavo de Carvalho, lei essa desumana e diabólica, as chamadas provas e expiações sob as quais deveríamos nos curvar, mas que foram remidas pelo sangue de Jesus estariam de volta.
Essa é a realidade que hoje enxergo como nunca antes minha irmã.

Abraços do amigo,

JOÃO EMILIANO MARTINS NETO
 
“todos os ensinos reencarnacionistas baseiam-se numa cosmovisão monista, mística e ocultista, que promove a divindade essencial da humanidade, nega a noção de um Deus pessoal soberano e oferece a promessa de sabedoria esotérica”

Não acredito que essa generalização seja verdadeira. Cito como exemplo o movimento hare-krsna, tal como foi divulgado por Prabhupada. Lá vemos o reecarnacionismo e, ao mesmo tempo, a crença em um Deus pessoal e soberano, Krsna.
 
A reencarnação nunca podera ser provada. Ficará sempre no espaço da dúvida, com colocações bíblicas de parte a parte. Já a ressurreição, não. Ela pode ser provada. Vejamos Jo 14, 12-14. Como inclusive existe até uma instituição que é chefiada por um que se diz legitimo representante dos apóstolos, tá facil. É só querer.
 
olá, tenho todo respeito do mundo por todo tipo de crença e exatamente por isso fiquei decepcionada com os comentários preconceituosos acerca da reencarnação.Quem crê na reencarnação acredita em Deus que é pai, justo, generoso e bom. Um criador que permite aos seus filhos a oportunidade de corrigir erros quantas vezes forem necessárias.Amamos Deus e acreditamos piamente em sua bondade!!!!
 
olá, tenho todo respeito do mundo por todo tipo de crença e exatamente por isso fiquei decepcionada com os comentários preconceituosos acerca da reencarnação.Quem crê na reencarnação acredita em Deus que é pai, justo, generoso e bom. Um criador que permite aos seus filhos a oportunidade de corrigir erros quantas vezes forem necessárias.Amamos Deus e acreditamos piamente em sua bondade!!!!
 
Leio tantos absurdos, tantos comentários altamente estúpidos de cristãos fanáticos que quando leio algo seu, me soa agradável. O Cristianismo é uma montagem, fato! Não se confunda fé em algo com montagem religiosa. Todas as religiões deste planeta, foram arquitetadas, de uma forma ou de outra, por HOMENS, não por um ou mil deuses. A humanidade me recorda um bonobo, com neurônios no "início de carreira" existêncial, só que com a ilusão de pertencerem ao que desconhecem, de possuírem capacidades superiores, de serem os "escolhidos" de alguma farsa patética. Na verdade, fanáticos são assim. E fanatismo, não se confunde com islâmicos radicais, de forma alguma. O pior tipo de fanatismo é o que faz com que pessoas tão pequenas, se achem superiores ao restante, sendo que no fundo, remetem à lembrança daquele "querido bonobo"...
 
Não vejo fanatismo e muito menos
preconceito nos comentários acima.
A verdade é esta:não se pode con -
trariar pessoas que crêem na reen-
carnação! Sei o que estou dizendo,
tento conversar há anos com estas
pessoas...apenas tento,pois é pra-
ticamente IMPOSSÍVEL ter uma con-
versa séria com elas. Quando con-
trariadas,partem para agressão ver-
bal,principalmente contra a Igreja
Católica e o cristianismo!A grande maioria nunca estudou seriamente a
bíblia e nem quer se aprofundar no
estudo da Igreja! Atacam o que não
conhecem...são os verdadeiros pre-
conceituosos!!!!
Atacam os dogmas da Igreja e,no entanto,professam o maior DOGMA de
todos os tempos... A reencarnação!!
Ninguém quer ser mais do que nin-guém,os cristãos apenas tem base
histórica e os espíritas não.
Quem me garante que os ditos espí-
ritos que "revelaram" à Alan Kardec
a doutrina da reencarnação não são
espíritos enganadores ou zombetei-
ros, como diz o próprio Alan Kardec
que eles existem?
 
A reencarnação éa grande armadilha,
o grande engodo dos espíritos maus
que povoam o mundo espiritual.Uma
doutrina aparentemente do bem,dis
farsada com uma roupagem científica
(na verdade não há nada de ciência)
que se diz moderna,parece moderna,
mas existe muito antes de Cristo
vir a este mundo.
Antes de Jesus vir ao mundo,quando
a humanidade ainda tateava no es
curo,era perfeitamente compreensí
vel tal crença.Colocava-se até comi
da para os mortos crendo-se que
estes necessitariam dela no outro
mundo(por incrível que pareça, até
hoje pessoas fazem isso e se dizem
modernas,científicas).
Jesus poderia ter ensinado a reen
carnação.Teve várias oportunidades
para isso,como no caso do cego de
nascença em que os apóstolos o inte
rrogaram sobre o por quê daquele homem ter nascido cego.Perguntaram
a ele:"Quem pecou para que esse homem nascesse cego,ele ou seus pais?" Jesus respondeu:"Nem ele nem
seus pais pecaram..."
Podíamos parar por aqui,mas Jesus
vai além e realiza um grande milagre:cura o cego de nascença!!
Ele poderia ter dito:"não vou curá
lo,pois ele está pagando por faltas
cometidas em outras vidas. Aliás os
milagres de jesus colocam por terra
toda a lei do carma, e é por isso
que os espíritas negam que Jesus
tenha feito milagres.Ou seja,quando
lhes interessa,citam a bíblia como
suposta prova da existência da reen
carnação,quando não, dizem que a
bíblia está errada.Só crêem naquilo
que lhes interessa!!!Isso não é bus
car a verdade com honestidade!!!!!
Jesus também passou boa parte da sua vida pública falando e alertan
do sobre a existência do Demônio,
dizia que ele é o pai da mentira,
que ele é astuto e inteligente para
as coisas do mal.Mas os espíritas,
esses sim,se acham superiores,cien
tíficos,modernos para acreditar nu
ma "bobagem dessas!!!! E,pensando
estarem próximos da verdadeira dou
trina de Jesus,pelo contrário,se
afastam cada vez mais.E é isso que
o pai da mentira realmente deseja!!
Se o mal se mostrasse como ele re
almente é,ninguém o seguiria.Pensem
nisso!!
Não levem a mal,mas é dever do cristão alertar sobre essas coisas
tão importantes para a salvação das
almas.Jesus mandou que proclamásse-
mos sobre os telhados, de tão grave
e tão importante que é para nós seres humanos!!!!!
Vamos raciocinar: se a reencarna
ção já era uma doutrina pra lá de
conhecida antes de cristo,então o
que Jesus veio fazer aqui na terra?
Repetir tudo de novo? Não me digam
que ele veio apenas fazer o bem porque poque para isso teríamos uma
lei automática(carma)que nos impul
sionaría rumo à perfeição!!!!!!!!
 
Nunca li, de ambas as partes, tanto preconceito,arrogancia,falta de amor em procurar compreender o próximo, suas crenças,seus anseios,sofrimentos,tipo de criação,tipos de experiencias que teve na vida.Tudo isto influi em seu modo de ver o mundo que nos cerca.Ainda temos grandes dificuldades em aceitar que existam tantas opiniões e formas diferentes de sentir e interpretar a vida,o universo e o que vai além.Discutimos e discordamos de quase tudo, da novela, do livro, na política, no futebol e na religião.O que vale não é procurarmos a verdade, seja onde ela estiver, mas mostar que a nossa verdade é a correta.Que nós, sim estamos certos, eles não!Se estamos certos ou errados, no final de tudo o que vale? Valeu as discussões, insultos e menosprezos?
Realmente estamos muito longe de sermos aquilo que pregamos que somos ou que desejamos alcançar ser algum dia.
Só no final saberemos a verdade.E até lá é melhor mudarmos nossa forma de agir com os outros, pois eles podem estar com a razão e nós não.
 
Armando, argumentar não é falta de respeito.
 
teste
 
pedro luiz disse

a hipotese mais aceita no mundo é da reencarnação e lhe explico, se vc analisar a historiade cada pais, se analisar a arqueologia sobre gravuras, munificação,e a evolução humana, notara que a reencarnação é expressiva, quanto as provas, é claro, carece de tempo, mas as evidencias são as bases para solidificação das convicções, portanto, tem que fazer sempre as considerações, para não dar o tira no pé, agora, a ressurreição, pense desta formar, a ressurreição é um tempo de recompensa, a reencarnação é um tempo de reparar, a ressurreição é tempo de colher, a reencarnação é um tempo de semear, antes de qualquer preconceito, pensam melhor, por que pra deus não precisa de regras, pra deus, já que é do impossivel, ele pode tudo, e por que não a reencarnação, será que somos cegos demais pra enxergar isso, ou não somos merecedores da verdade, então, eu fico com as duas opiniões, a reencarnação para reparar, e a ressurreição para revelar o mundo espiritual,fique com deus,ok
.
 
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