Coletânea

Sexta-feira, Abril 13, 2007

 

SHOW DE HORRORES

(O apresentador entra correndo e sorrindo no palco. Música de abertura.)

- Senhoras e senhores! Bem-vindos ao nosso SHOOOOW DE HORROOOREEEES!

(Aplausos entusiasmados. O apresentador espera pacientemente o ruído baixar, ainda sorrindo. Encaminha-se para seu posto no canto direito do palco.)

- Boa-noite, amigos da platéia!

- Boa-noiteeeeee!


- Que platéia maravilhosa temos aqui hoje! São estudantes universitários de teologia e ciências da religião, vindos de todos os cantos do país. Obrigado pela presença! A participação de vocês no Show de Horrores é fundamental! Como sabem, vocês têm o poder das multidões: aprovar ou desaprovar o que será dito no palco.

(Barulho ensurdecedor. O apresentador espera.)

- Para quem ainda não conhece o programa, o Show de Horrores tem como símbolo o monstro Frankenstein. (Mostra no canto oposto um boneco gigante cheio de escaras e cicatrizes.) A cada semana, promovemos uma competição ao vivo entre profissionais da área acadêmica. O ganhador é aquele que demonstrar a maior discrepância, a maior incoerência, a maior esquizofrenia entre suas idéias e sua vida!

(Aplausos e urros.)

- O tema de hoje é: Bíblia. (Um letreiro brilha acima dele.) Os profissionais que se inscreveram para esta competição são professores de seminários protestantes que também têm cargos de liderança em suas igrejas. Todos eles cumprem essa jornada dupla: ensinam a futuros pastores e pregam na igreja, orando em público e cuidando de suas ovelhas. Veremos o quanto são capazes de assumir posições conflitantes nas duas funções. Recebam agora nossos candidatos!

(Aplausos. Entram os professores de seminários, alguns tímidos, outros gesticulando animados para a platéia, com suas Bíblias debaixo do braço. Já instalados no canto oposto do palco, os jurados do programa colocam seus óculos e abrem suas pastas. Um deles pede ao apresentador para fazer uma observação sob a forma de pergunta.)

- Os professores costumam fornecer aos estudantes a base teórica do conteúdo veiculado em sala de aula?

(O apresentador parece confuso, e pede a um dos professores que responda. Antes de se levantar, o professor menos tímido olha para os demais colegas, certificando-se de que a resposta é unânime.)

- Não costumamos fazer isso.

- Ótimo. (O jurado parece satisfeito.) Excelente dado para a esquizofrenia.

(Todos parecem contentes, e o apresentador decide começar a competição.)

- Vocês sabem as regras: os estudantes fazem uma pergunta para cada professor. Se a resposta não for suficiente, o estudante pode fazer ainda mais uma para complementar. E não se esqueçam: ganha quem demonstrar mais esquizofrenia entre idéia e vida, teoria e prática!

(Candidatos e jurados assentem, ansiosos. O primeiro estudante se adianta.)

- Professor, quais as diferenças entre o que o senhor diz em sala de aula e o que o senhor ensina na igreja?

(O candidato sorri.)

- Na igreja, eu sou confessional e ensino a Bíblia como a Palavra de Deus. No seminário, sou acadêmico, científico, crítico. Posso questionar tudo que preguei na igreja, inclusive se a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus.

(Ovação. O professor une as mãos em sinal de vitória. Satisfeito, o estudante retorna a seu lugar. Outro toma a palavra e se dirige ao segundo professor.)

- Professor, a Bíblia é um relato histórico?

(O candidato olha para cima e pensa um pouco antes de entoar:)


- De Crônicas pra trás é tudo invenção deutoronomista; nada daquilo aconteceu. Abraão, Isaac e Jacó não são pessoas reais, mas variantes da mesma história: personagens, “tipos”.


-
E depois de Crônicas?

- Depois de Crônicas, na Bíblia inteira, há uma mistura de fatos e ficção. O povo precisava de relatos fantasiosos para fundar seu “mito” de grande nação, para os judeus, e fortalecer sua fé, para judeus e cristãos.

(O estudante parece decepcionado, mas não pode acrescentar perguntas. Os demais professores mostram sinais de impaciência, como se prestes a dizer algo. O apresentador percebe.)


- Se algum estudante tiver uma pergunta do mesmo teor, será bem-vinda.


(Um dos estudantes pula em meio aos outros, na platéia.)


- Eu tenho! Professor, os milagres da Bíblia são reais?


(O terceiro professor, depois de lançar um olhar irritado ao colega que acabara de falar, ergue a voz em um tom mal-humorado.)


- É claro que não. Não existem milagres, todo mundo sabe disso. Quem acredita em milagre hoje em dia, na era da eletricidade e da informática? (Os demais professores assentem com a cabeça, em concordância unânime.) Agora, eu gostaria de pedir ao nosso apresentador a permissão para fazer um adendo ao que o nobre colega declarou sobre o Antigo Testamento. (Dirige ao apresentador uma expressão suplicante e recebe a permissão.) O nobre colega colocou o Antigo e o Novo Testamentos no mesmo nível. Só que todo mundo sabe que o Antigo Testamento fala de um Deus cruel que mandava em um povo que vivia massacrando outros povos! Nosso cristianismo atual não tem nada a ver com o Antigo Testamento! (Seu rosto se ilumina.) Mas na igreja não dizemos isso, claro. A Bíblia é uma só e os fiéis são orientados a ler o AT e o NT na mesma perspectiva revelacional, como Palavra de Deus.


- Mas para o senhor o Novo Testamento é Palavra de Deus e o Velho Testamento não? É isso?

- Esse termo, “Palavra de Deus”, é muito controverso no seminário. Veja: o povo das épocas bíblicas era mais simples, mais atrasado; vivia numa mentalidade mitológica. A Bíblia é cheia de mitos criados pelo homem. Mas, se até hoje a mitologia tem o poder de ajudar as pessoas, viva a mitologia!

(Os jurados mostram-se impressionados. Os estudantes aclamam: “Já ganhou! Já ganhou!” Mais discreto que o primeiro, o terceiro professor volta a seu lugar. Mais um estudante se levanta.)


- Professor, minha pergunta é sobre o mesmo assunto. Se o Deus do Antigo Testamento não é o mesmo do Novo, como é que Jesus declara “não vim para revogar a lei, mas para cumprir”?


(O quarto professor assume um ar de autoridade.)


- Como você sabe se Jesus disse mesmo isso? (Sorri.) No seminário, sempre questionamos o texto bíblico como verdadeiro.


-
E na igreja?

- Na igreja não, meu caro. É obrigação do pregador colocar-se dentro do contexto apresentado pela Bíblia para falar das verdades de Deus. Em cada contexto, uma verdade, que é sempre uma construção humana. Afinal, todos sabemos que não existe verdade absoluta.

(Um murmúrio de admiração vem da bancada dos jurados. Um comenta baixinho: “Uma contradição flagrante na mesma resposta! Esse candidato é muito bom.” Os estudantes permanecem em silêncio, ansiosos pela continuação.)


- Agora, respondendo a sua pergunta. Meu pensamento difere ligeiramente do pensamento do colega que falou antes de mim. Vejo claramente uma fantástica identidade entre o AT e o NT: os profetas do AT eram revolucionários que se insurgiram contra a ordem social de sua época, tal como Jesus. Eles pregaram a revolução! Da forma particular de cada um deles, claro. O povo egípcio foi a classe dominante que oprimiu os judeus durante quase um século. Jesus exaltou os pobres e condenou as elites judaicas e romanas da época. Por isso, os relatos fantasiosos de fé e as mitologias serviam tanto para engrandecer a nação oprimida, quanto para fortalecer a igreja perseguida do Novo Testamento.


(Um dos jurados ergue a mão. O apresentador lhe passa a palavra.)


- Gostaria apenas de precisar a origem histórica dessa idéia.
(Ele consulta a pastinha.) A divisão da sociedade em duas classes inimigas foi elaborada por Karl Marx e atribuída ao cristianismo pelo movimento da Teologia da Libertação. Posso fazer a segunda pergunta ao candidato? O estudante não chegou a fazer exatamente uma segunda pergunta. (O estudante dá de ombros, concordando.) Os professores do seminário costumam falar abertamente de Marx e da Teologia da Libertação?

- Não, claro que não. Seríamos acusados de doutrinação! Política e teologia não se misturam. Não em sala de aula.

- Mas vocês lêem Marx, certo? A base do que você está dizendo é marxista.

- A base do ensino no seminário assume fortes colorações marxistas, mas jamais falamos dele. Preferimos ficar nas generalidades da opressão e da crítica ao capitalismo. Marx era ateu e odiava o cristianismo, você sabe. Pega mal.

- Obrigado!

(O quarto professor é tão aclamado quanto o primeiro. O apresentador intervém.)


- Como vêem, senhoras e senhores, a competição desta noite está acirrada! Temos quatro fortíssimos candidatos ao troféu Frankestein de hoje! Na modalidade Horrores, a Bíblia se encontra toda fragmentada: é uma na igreja, outra no seminário; inteira na igreja, dividida ao meio no seminário; Palavra de Deus na igreja, coleção de mitologias no seminário; confessional na igreja, marxista no seminário! Veremos então qual dos cinco candidatos encarna melhor essa fragmentação! A última pergunta, por favor.


(Levanta-se um estudante, visivelmente nervoso.)


- Acho que minha pergunta é meio repetitiva. Tem a ver com milagres também.


(O apresentador o encoraja com um gesto, e o estudante toma coragem.)


- Eu só queria saber se o professor concorda que Jesus ressuscitou.


(Todos os professores se entreolham. O último candidato limpa a garganta.)


- Bom... Se você mostrar o relato bíblico da ressurreição de Jesus aos professores de seminário, a maioria irá dizer que se trata de uma mitologia. Acho que já fomos suficientemente claros sobre esse assunto... A Bíblia é cheia de mitos.


- Mas a ressurreição de Jesus é central para a fé cristã! O apóstolo Paulo diz que, se Jesus não ressuscitou, o melhor é deixar tudo pra lá: “comamos e bebamos, pois amanhã morreremos”.

- É verdade. A fé sem ressurreição é uma impossibilidade. Acaba com todo o cristianismo.

- Então? Como o senhor lida com isso?

(O professor assume um olhar distante e deslumbrado.)


- É verdade que pouquíssimos professores de seminário têm certeza da ressurreição. Mas você não percebe a beleza da coisa? É isso que torna o cristianismo mais desafiador! É isso que caracteriza o salto de fé: crer apesar da razão, apesar do bom-senso, apesar dos fatos, apesar da ciência! Pouco importa se Cristo ressuscitou ou não: mesmo sem ser verdadeira, a idéia da ressurreição é o que faz irromper a fé! É o que faz os homens se inspirarem em Cristo para viverem melhor!


- Mesmo se Cristo tiver mentido sobre ser Filho de Deus e tudo o mais?

- Mesmo se Cristo sequer tiver existido, meu filho!

(Um dos jurados ia pedir permissão para falar sobre o salto de fé como uma categoria existencialista, mas não teve tempo: os estudantes invadiram o palco e ergueram o quinto professor nos braços, triunfalmente, jogando-o para cima: “É o maior! É o maior!” O apresentador não conseguiu restabelecer a ordem. O troféu teve de ser enviado à casa do professor, que ficou uma semana de cama com dores nas costas.)


Fim

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Sexta-feira, Março 09, 2007

 

O Gulag de Fidel

ARMANDO VALLADARES
Wall Street Journal, 5 de Março de 2007, p. A16


Como milhares de cubanos, fui preso na calada da noite. A polícia de Fidel Castro invadiu a casa de meus pais, apontou uma arma para a minha cabeça e me levou embora. Era o ano de 1960 e eu tinha 22 anos.

A notícia de que o ditador cubano está gravemente doente faz com que eu me recorde de meus anos de prisão. Acredito que todos aqueles que foram prisioneiros políticos, como eu, conhecem o legado de Castro melhor que ninguém. Por 22 anos, estive preso nesse vasto sistema carcerário, confinado a uma ilha-gulag, por crimes que não cometi.

Como a maioria dos cubanos em 1959, aclamei a vitória de Castro sobre Fulgencio Batista, um ditador que mantinha relações amigáveis com os EUA. Castro se arvorou inimigo de todas as ditaduras. Ostentando uma cruz no pescoço, ele jurou que as eleições em Cuba seriam livres e justas. Porém, como provaram as cinco décadas de poder ininterrupto, ele enganou a todos e substituiu a ditadura de Batista por sua própria versão, mais sanguinária.

Quando, em 1959, apareceu no programa "Encontro com a Imprensa", Castro respondeu a Lawrence Spivak: "Democracia é de fato meu ideal... Não sou comunista... Não tenho dúvidas se devo escolher entre democracia e comunismo." Quando Castro começou a deixar mais clara sua simpatia ao comunismo, comecei a me pronunciar publicamente contra essa mudança ideológica entre as pessoas do meu trabalho no banco dos correios.

Na época, o governo havia distribuído cartazes com o slogan: "Se Fidel é comunista, ponha-me na lista. Ele está certo." A frase era onipresente, seja em quadros de funcionários, seja sob a forma de adesivos. Quando funcionários do banco mandaram que eu afixasse o slogan em minha mesa de trabalho, recusei. Quando perguntaram se eu tinha algo contra Fidel, respondi que, se ele era comunista, eu tinha sim. Eu não queria me tornar um símbolo de dissidência política. A decisão havia sido tomada naquele dia.

Treze dias depois da minha prisão, fui oficialmente acusado de ameaçar a segurança nacional, mesmo sem nenhuma evidência contra mim. O sistema jurídico sob o governo de Fidel Castro era uma zombaria do estado de direito; membros do tribunal eram apparatchiks do Partido Comunista que sentavam-se colocando as botas em cima das mesas, fumavam charutos e liam revistas em quadrinhos. A presença deles era só formalidade; o veredito já estava pronto. Não me permitiram advogado.

Sentenciaram-me a 30 anos de prisão como "conspirador potencial". Dois homens na mesma sala do tribunal, falsamente acusados de terem atirado em um porta-voz do governo, foram executados no paredão. Quando o advogado deles (com quem se encontraram apenas minutos antes) rogou ao promotor que a sentença fosse mudada, foi-lhe respondido que eram ordens, pouco importasse os motivos, como medida de profilaxia social.

Na prisão, quando os guardas sentiam ganas de nos castigar, eles nos colocavam em gaiolas e andavam em volta atirando baldes de urina e excrementos para dentro, até que ficássemos encharcados. Também costumavam praticar tiro ao alvo nos prisioneiros. De fato, foi dessa forma que morreram assassinados Alfredo Carrión e Diosdado Aquit . Muitos dos homens que Castro prendeu, torturou e matou tinham sido seus companheiros na derrubada de Batista. Mas a maioria deles eram inocentes eliminados na psicótica busca de Ernesto "Che" Guevara por aqueles que ele e Castro chamavam "o novo homem".

Sem freios, a ditadura de Castro deixou impressa sua marca de crueldade. Um prisioneiro do meu bloco, Julio Tan, recusou-se uma vez a obedecer à ordem de capinar o terreno. O guarda que dera a ordem espetou-o com a baioneta, outro o atingiu com uma enxada e logo Tan foi assolado por um grupo grande deles, espancado e deixado sangrando até a morte em questão de minutos. Um amigo, Pedro Luis Boitel, líder estudantil e corajoso oponente de Batista, iniciou uma greve de fome no ano de 1972, em protesto contra os maus-tratos. No 49º dia de sua greve, Castro ordenou pessoalmente que lhe tirassem a água. Boitel morreu de sede em uma terrível agonia, 5 dias depois.

O terror era a arma primeira de Castro. As táticas usadas contra os inimigos incluíam o uso de drogas, para que os prisioneiros perdessem toda noção de tempo e espaço, e torturas dos mais variados tipos envolvendo fobias a animais, como répteis e ratos: consistiam, por exemplo, em vendar os olhos dos prisioneiros, pendurá-los pelos pés e baixá-los a fossos onde lhes diziam haver crocodilos. Ou então, usavam-se cães de guarda com os dentes removidos: eles eram colocados atrás dos prisioneiros com as mãos atadas até que os cães os atacassem, geralmente atingindo primeiro seus genitais. Tudo isso está extensivamente documentado por uma delegação da ONU, cujas evidências encontram-se em Genebra.

O legado de Castro terá sido muito semelhante ao de Stálin na Rússia, Pol Pot e Ieng Sari no Camboja, Hitler na Alemanha. Serão as memórias do número desconhecido de vítimas, campos de concentração, torturas, assassinatos, exílio, famílias destruídas, mortes, lágrimas, sangue. Castro passará à história como um dos ditadores mais cruéis – um carrasco de seu próprio povo.

No entanto, esse legado macabro não deixará de fora o padrão de duplicidade de governos estrangeiros, intelectuais e jornalistas que, enquanto lutam ferozmente contra as violações dos direitos humanos quando vindas de ditaduras de direita, aplaudem Castro. Até o dia de hoje, muitos desses intelectuais trabalham como apologistas e cúmplices na subjugação do povo cubano. Rafael Correa, o recém-eleito presidente do Equador, declrarou que não há ditadura em Cuba. Evo Morales, presidente da Bolívia, considera Castro seu mentor e já mostrou que pretende silenciar a bala os críticos de seu governo. A Venezuela, que já foi uma democracia, é a nova Cuba, com uma população cada vez maior de prisioneiros políticos.

Fidel Castro fez cerco a Cuba e a fechou, no final da década de 1960, segundo sua adesão ideológica aos sistemas de governo mais assassinos que a humanidade já sofreu. Hoje, os caudilhos da América Latina expressam abertamente seus ideais comunistas. "Sou da linha Trotskista: revolução permanente", declarou o presidente Hugo Chávez em janeiro deste ano.

Há portanto algo que podemos aprender com Fidel Castro: o impulso totalitário sobrevive até mesmo a seus mais endurecidos – e destrutivos – praticantes.



Sábado, Outubro 28, 2006

 

100 Motivos para Não Votar em Lula

1 - Lula prometeu que no governo dele corruptos não teriam lugar. O que se viu foi exatamente o contrário. A cúpula inteira de seu governo esteve envolvida em atos ilícitos.
2 - Mesmo com um ambiente externo favorável no governo Lula, o Brasil foi o lanterninha do crescimento econômico nas Américas. Só não ficou atrás do Haiti, país que se encontra em meio a uma guerra civil.
3 - Lula insistiu no Fome Zero, mesmo sob o aviso de diversos especialistas de que este programa não daria certo. E não deu. Pra não ficar no fiasco, Lula adotou um programa do governo passado, o Bolsa Família. Este, aliás, foi o único que deu certo na área social.
4 - O governo Lula gastou mais em publicidade do que em saneamento básico. O que é inaceitável para um governo que se diz voltado para as questões sociais.
5 - Lula não investiu nenhum centavo em transporte durante seus três primeiros anos de mandato. Somente seis meses antes das eleições, criou uma operação tapa-buraco gastando recursos financeiros sem licitação pública (ótimo para as ricas empreiteiras).
6 - Lula prometeu dobrar o salário mínimo e não o fez.
7 - Lula diz que não sabia de nada o que ocorria nos gabinetes ao lado. O dinheiro ao qual ele era a autoridade máxima era gasto em atos ilícitos sem ele saber. Incompetência não deve ter lugar no Planalto.
8 - Lula prometeu criar dez milhões de empregos e não o fez.
9 - Parentes do presidente Lula que vivem na zona rural de Caetés (a 245 km de Recife), terra natal do presidente, acham que nada mudou em suas vidas nos três anos e meio do atual governo. Dizem que Lula não cumpriu a promessa de melhorar o fornecimento de água na zona rural.
10 - O governo Lula tentou aprovar a Ancinav, uma agencia para regularia as atividades audiovisuais, que na prática daria ao governo o controle sobre os meios de comunicação. Se o congresso tivesse aceitado, hoje não saberíamos do mensalão.
11 - Em mais uma atitude autoritária, o principal ministro de Lula ordenou à Caixa Econômica Federal, sem aval jurídico que abrisse o sigilo bancário de um caseiro. Qual seria a próxima atitude? Matá-lo como aconteceu com Celso Daniel?
12 - O governo petista começou um processo de sucateamento das agências reguladoras por serem independentes de ideologia política. 84% do orçamento das agências reguladoras foi contingenciado pelo governo Lula no ano passado. Isso custou ao Brasil 40 bilhões em investimentos diretos.
13 - O governo Lula tenta emplacar uma lei de cotas raciais, que institui o racismo no Brasil. Ela prevê que na identidade das pessoas existirá a informação da raça para que exista tratamento diferenciado em determinadas instituições. Semelhança com o regime do apartheid e o início do nazismo não são meras coincidências.
14 - Lula foi a favor das barreiras que a Argentina quis impor sobre os produtos eletrodomésticos. Isso não salvou a indústria deles, pois passaram a importar da China o que pararam de importar do Brasil.
15 - Lula ofereceu empréstimos do BNDES a Morales mesmo depois da nacionalização do gás na Bolívia e da expulsão da mineradora de um brasileiro.
16 - 10% do investimento em ciência e tecnologia do governo Lula foi para botar um homem no espaço para experiências já feitas há muito tempo e cujos resultados estão à disposição de qualquer um na internet.
17 - Em 2006 o governo Lula aumentou em R$ 69 milhões os gastos do Planalto em itens como viagens, diárias e aluguéis de carros.
18 - Lula dobrou o número de funcionários no Planalto. De 1,8 mil, foi pra 3,3 mil funcionários. Só assim para empregar todos os amigos do PT.
19 - Em 2002 Fernando Henrique gastou 76 milhões com despesas de gabinete. Lula gastou 318 milhões em 2003 e 372 milhões em 2004.
20 - O Presidente Lula fez um contrato com o Cartão Internacional VISA, dando um cartão de crédito para cada uma das 39 pessoas do governo executivo e um para si próprio. O limite de cada cartão era de 400 mil, mas logo o limite foi aumentado para um milhão de reais. Tudo isso pago com o dinheiro de nossos impostos.
21 - O governo federal reduziu o orçamento do SUS em R$ 1,6 bilhão e coincidentemente orçamento do bolsa família aumentou este mesmo valor.
22 - O governo Lula gastou 54% mais com o Bolsa Família no Nordeste do que com investimento em desenvolvimento nessa região.
23 - Lula só beneficia prefeituras do PT, esquecendo que o dinheiro não é do partido, é do país. R$ 202 milhões foi quanto prefeituras do PT receberam do governo em maio. Já o PMDB, que comanda bem mais prefeituras, ficou com apenas R$ 84 milhões.
24 - O número de mortes de índios aumentou 100% no governo Lula. Isso se deve ao sucateamento da Funai, com a demissão e rebaixamento de funcionários técnicos para pessoas ligadas ao partidão entrarem no lugar.
25 - 23 de um total de 25 promessas de campanha da área de segurança não foram cumpridas por Lula depois que assumiu a Presidência.
26 - 11% foi o percentual de queda de investimentos do governo federal em segurança pública entre 2004 e 2005.
27 - Com a ajuda do governo Lula, os sem-terra que invadiram e depredaram o congresso nacional foram libertados da prisão. Isso se deu porque o líder do MSLT é um dos membros da executiva do PT. Muito rico por sinal.
28 - Lula assinou um tratado reconhecendo a China como economia de mercado em troca de seu voto no conselho de segurança da ONU. Nenhum país do mundo reconhece a China como tal, por que este adota trabalho semi-escravo. O resultado disso são as centenas de fábricas de roupas, calçados e brinquedos quebrando no Brasil. Ah! A China votou contra o Brasil.
29 - A entrada da Venezuela ao Mercosul dificulta ainda mais as relações no bloco. Com Chávez no bloco, os acordos com os Estados Unidos e Europa ficam mais distantes. Lula apoiou isso. Enquanto isso, Chile e México aumentam seu comércio exterior fazendo acordos bilaterais com eles.
30 - Lula dobrou seu patrimônio em três anos e meio, passando a mais de 850 mil de reais. Isso explica gasto tão grande em despesas do gabinete citado mais acima.
31 - O PT e Lula preferiram perdoar os mensaleiros, comprovados e confessos, e apoiar suas candidaturas. Nada mais antiético que isto, de uma cumplicidade vergonhosa.
32 - O PCC apóia o PT. Os bandidos chegaram a imprimir 170 mil panfletos contra o PSDB e em escutas telefônicas os marginais mandam ordens para matar membros do PSDB e não do PT.
33 - Lula vetou o aumento dado aos aposentados. Aumento este pelo qual ele sempre lutou, ou fingiu lutar.
34 - Com medo de perder eleitores da classe rica, Lula alterou o direito a INSS das empregadas domésticas de forma que os patrões pudessem deduzir o gasto do imposto de renda. Ou seja, quem pagará o INSS das empregadas será o governo, com dinheiro do povo.
35 - Lula vetou o FGTS das empregadas domésticas, como se essa profissão merecesse menos direitos do que as demais. Fez isso para agradar os eleitores ricos que não gostariam de gastar mais 8% do orçamento para dar direitos a seus funcionários.
36 - Lula prometeu reduzir a CPMF a um valor simbólico, que iria minguando até sua extinção total posterior. Que aconteceu depois que Lula assumiu o governo? Passando por cima da promessa de campanha, o texto da Reforma Tributária elaborada pelo governo Lula mantém a CPMF até 2007.
37 - O PT prometia investimentos anuais de R$ 39 bilhões em infra-estrutura. Logo no primeiro ano de mandato, o governo Lula destinou para estes fins apenas R$ 7 bilhões, ou seja, R$ 32 bilhões a menos, que o prometido em campanha para cada ano.
38 - A reforma agrária praticamente parou no governo Lula. Na campanha, o PT prometia assentar 250 mil famílias por ano. Ou seja, um milhão de famílias. O que se viu foi que nos dois primeiros anos somente 106 mil famílias foram assentadas. Menos de um quarto daquilo prometido.
39 - O PT acenava com o cumprimento das regras do FUNDEF, com a ampliação dos recursos repassados aos estados. O valor legal por aluno seria de R$ 786,16. Já no governo, nada disto vale mais. O valor legal por aluno, decretado para 2003 foi de R$ 446,00. Em 2004, este valor legal por aluno foi de R$ 537,71. Tudo muito longe do prometido.
40 - Na tentativa de conter o MST, o governo Lula deu a este grupo mais de 25 milhões de reais entre 2003 e 2005. Mesmo essa "propina" não conseguiu conter as invasões de terra porque a reforma agrária simplesmente estagnou nesse período.
41 - 5.600% foi o percentual de aumento dos repasses do governo ao MSLT, grupo liderado por um membro da executiva do PT que invadiu a câmara dos deputados, em apenas três anos.
42 - R$ 79 milhões foi quanto o governo Lula repassou em dezembro ao Movimento das Mulheres Camponesas que invadiu o laboratório da Aracruz, destruindo 20 anos de pesquisa. A comunidade cientifica do Brasil deve estar de cabelo em pé.
43 - Uma das promessas de Lula foi aumentar a auto-estima brasileira. Ele começou com uma série de propaganda "Sou brasileiro e não desisto nunca", mas terminou com a constatação de que somos um país de corruptos, onde o maior corrupto é o próprio governo.
44 - Lula prometeu implantar o sistema único de segurança pública nacional. O projeto foi arquivado.
45 - Lula prometeu investir em penas alternativas para recuperar presos e esvaziar as penitenciárias. O Orçamento de 2005 previa gastar R$ 3,5 milhões nisso. Só R$ 455 mil foram liberados. (O restante deve ter ido para propaganda.)
46 - Lula prometeu estabelecer um piso salarial nacional para os policiais, mas não cumpriu.
47 - Lula prometeu criar um banco de dados único, com informações das polícias Federal, Civil e Militar, mas não cumpriu.
48 - O atual governo simplesmente ignorou a medida provisória, com força de lei, que proíbe a desapropriação, para fins de reforma agrária, de terras invadidas. Com este empurrão do Planalto, as invasões triplicaram ao longo do mandato de Lula.
49 - No Governo Lula, existem cerca de 23.000 petistas empregados nos 32 ministérios, a maioria criada apenas para servir de cabide de emprego dessa massa sem qualificação.
50 - Depois da corrupção nos correios, a direção desta empresa foi substituída, retirando os corruptos aliados a Lula, por um grupo técnico. Com essa substituição os Correios alcançaram um lucro recorde em 2005. Para não perder o apoio do PMDB, Lula removeu a diretoria técnica para dá-la ao PMDB novamente, abrindo mais uma vez as portas da empresa à corrupção. O PT não aprende.
51 - Ainda permanece desconhecida a origem de R$ 223,5 mil que foram parar nas contas de Lula e de outros sete petistas que concorreram a cargos majoritários nas eleições de 2002.
52 - A promessa de campanha de Lula do "primeiro emprego" foi abandonada.
53 - Segundo a fundação Perseu Abramo, vinculada ao PT, o governo Lula foi o mais corrupto da história, só perdendo para o governo Collor.
54 - Na campanha, Lula prometeu instalar mil farmácias populares até o final do governo. Em 2003 e 2004, foram montados apenas 28 pontos de venda. No ano passado, somente mais dez. Até ontem haviam sido inauguradas somente 110 farmácias.
55 - O governo, além de apoiar as invasões dos sem terra, ignorou a crise que atingiu em cheio a produção agrícola, apesar dos apelos do ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. Pela primeira vez em sete anos, a balança comercial do agronegócio cairá em 2006 na comparação com o ano anterior.
56 - Lula torrou no R$ 54 milhões na compra do Aerolula feito sem concorrência. Isso é mais do que o governo federal gastou em saneamento básico em 2004.
57 - Lula sancionou a emenda que diminui as multas de trânsito por excesso de velocidade. Medida eleitoreira que poderá causar um aumento no já alto índice de mortalidade em acidentes de trânsito no Brasil.
58 - O ministro da saúde de Lula, Humberto Costa, foi quem assinou a liberação das verbas da máfia dos sanguessugas. Mesmo sabendo disso, Lula está apoiando a eleição dele em Pernambuco.
59 - Dos R$ 27,6 bilhões gastos em segurança pública no país no ano passado, 87% (ou R$ 24 bilhões) saíram dos cofres dos governos estaduais. Esse valor equivale ao triplo do que o governo federal dedicou à educação em 2006. Ou seja, além de não gastar quase nada com educação, Lula gasta menos ainda com segurança.
60 - Pela constituição, a responsabilidade pelo crime organizado é da esfera federal, cabendo aos estados somente os crimes comuns como brigas de vizinhos, crimes passionais, batedores de carteira, assaltantes entre outros. Contudo, o governo Lula finge não ter esta responsabilidade, mesmo estando ela definida na constituição, colocando os Estados da federação numa saia justa.
61 - O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) do governo Fernando Henrique atendeu 809 mil crianças e reduziu em 26% o número de trabalhadores infantis. Embora bem-sucedido, o programa não contou com apoio do governo Lula. O petista preferiu retirar recursos desse programa para repassá-los ao Bolsa Família.
62 - Durante os anos de administração de Fernando Henrique, o percentual das estradas brasileiras consideradas ruins ou péssimas era de 1,5%. Sob Lula, 40% das estradas estão nessa situação.
63 - Nos anos do governo tucano de Fernando Henrique a produção agrícola pulou de 81 milhões para 123,2 milhões de toneladas. Sob Lula a produção só fez cair até chegar a 113,9 milhões de toneladas. Uma redução de 7,7% no governo petista frente a um avanço de 33,3% no governo tucano.
64 - O PIB do setor agrícola deve amargar esse ano uma queda de R$ 10 bilhões. Ao mesmo tempo, os petistas permitiram um festival de invasões e conflitos no campo. O número de famílias assentadas ficou na metade do prometido e as invasões triplicaram, passando de 103 no governo FHC para 327 com Lula.
65 - Enquanto na gestão tucana a taxa real de juros anualizada era de 5,81%, na era Lula é de estratosféricos 12,64%. Com isso, o crescimento brasileiro têm sido pífio, apesar do cenário externo favorável.
66 - O governo Lula provocou uma explosão da dívida pública, que passou de R$ 1 trilhão. Na gestão passada, o aumento dessa dívida foi de R$ 182 bilhões, valor que atingiu R$ 356 bilhões no governo do PT.
67 - As verbas para o setor de segurança para São Paulo, que em 2001 somavam R$ 181 milhões, diminuíram para R$ 27 milhões em 2005. Comparativamente, o montante de recursos enviados por meio do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) teve redução, portanto, de 85%. Ou seja, Lula só libera verbas para Estados cujo governador é de seu partido. Como se o dinheiro fosse dele.
68 - A Polícia Federal descobriu fraude em uma empresa de Henrique Meireles, presidente do Banco Central. Ele, por não ser membro do Executivo nem do Legislativo, deveria ser julgado por foro normal. Contudo, Lula em mais uma manobra para premiar a corrupção de seus amigos, diplomou-o como ministro, tornando-o assim um membro do poder executivo.
69 - Humberto Costa, o ministro da Saúde de Lula, gastou 1,4 milhão de reais do ministério da saúde em causa própria, fazendo propaganda eleitoral com o dinheiro do povo.
70 - Lula tentou indicar Tarso Genro, além de outros dois deputados petistas, para ocupar vagas no Supremo Tribunal Federal. Atitude ridícula, visto que para ocupar o cargo deve-se selecionar pessoas com alto gabarito na área jurídica.
71 - Lula anunciou que pretende criar uma constituinte para alterar a constituição. Nada mais parecido com o que Chávez fez na Venezuela e Morales vem fazendo na Bolívia.
72 - Lula gastou 9 bilhões de reais dos impostos dos contribuintes para cobrir um rombo no fundo de pensão da Petrobrás. Essa quantia daria para pagar um ano de bolsa família e vinte operações tapa-buraco.
73 - Em seus quatro anos de governo, Lula construiu apenas uma penitenciária. Que funciona exclusivamente para apenas um preso.
74 - O governo executou apenas 1,45% das verbas do Fundo Penitenciário (Funpen) previstas no Orçamento deste ano e 4,8% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). Não é à toa o caos que se tornou a segurança brasileira.
75 - Lula defendeu o direito ao sigilo bancário dos suspeitos de atos ilícitos para atrapalhar as investigações das CPIs, mas ao mesmo tempo seu governo quebrou o sigilo bancário de um simples caseiro, para tentar desacreditar as denuncias dele.
76 - Cristovam Buarque quando ministro da educação elaborou projetos de lei para melhorar o ensino brasileiro e erradicar o analfabetismo. Lula não os enviou ao congresso porque eles seriam impopulares aos olhos dos prefeitos que lhe ajudariam na reeleição. Cristovam saiu do governo sem poder apresentar nenhum projeto e a educação ficou na mesma.
77 - Lula prometeu que investiria no policiamento de fronteira para evitar a entrada de drogas e armas ao Brasil, mas não cumpriu a promessa.
78 - Lula é uma pessoa que comete gafes como quem respira. Faz o Brasil passar vergonha no exterior e abusa de expressões preconceituosas como "Nego". A Presidência da República é uma instituição que deve emanar respeito, mas Lula só emana piada e vergonha.
79 - Lula mentiu ao povo ao dizer em entrevista que foi ele quem criou a CGU, Controladoria Geral da União. A CGU foi criada pelo ex-presidente FHC em 2 de abril de 2001. Mas mentir já não é uma novidade para Lula.
80 - Na política externa o governo Lula foi de uma inocência infantil. Abonou a dívida que a Bolívia tinha com o Brasil meses antes de Evo Morales nacionalizar seu gás e expulsar uma mineradora de um brasileiro. Esse dinheiro, que o Brasil nunca mais vai ver, era impostos que nossos avós outrora pagaram.
81 - Lula e o PT acusam o governo Fernando Henrique de ter beneficiado os banqueiros com o Proer, programa que salvou os bancos brasileiros da falência e garantiu a estabilidade financeira. No entanto, por manter os juros reais mais altos do mundo, Lula faz o Brasil pagar várias dezenas de Proers por ano.
82 - Antes de Lula assumir a presidência o filho de Lula era monitor de Jardim Zoológico. Três anos depois se tornou um empresário milionário, com contratos suspeitos com a Telemar.
83 - Anac, agência que substituiu o DAC no governo Lula, aumentou as taxas de renovação de exame médico para pilotos de avião de R$ 56 para R$ 950. Esse exame, no caso de pilotos de mais de 40 anos deve ser feito de seis e seis meses.
85 - A renovação da licença de vôo subiu de R$ 110 para 1.389 no governo Lula. Essa renovação deve ser feita a cada seis meses.
84 - Por lei todos os cargos da Anac teriam que ser ocupados por concurso público. Não houve nenhum concurso, Todos os funcionários são indicados do PT e aliados. Ou seja, o governo Lula além de infringir a lei, fez da agência um cabide de empregos nos moldes das estatais da ditadura militar.
85 - As tarifas de embarque de passageiros e as aeroportuárias (Pouso e estacionamento de Aeronaves nos aeroportos) foram aumentadas em 1.000% no governo Lula.
86 - A Operação Tapa Buracos, feita às pressas pelo governo Lula para disfarçar a precaríssima qualidade das estradas federais, abriu crateras nas contas públicas. O TCU auditou cinco trechos de rodovias que, juntos, somaram 134 quilômetros. Foram encontradas 24 irregularidades, quinze delas "graves". Ou seja, o governo não conseguiu andar 5,5 quilômetros sem tropeçar na lei.
87 - No governo Lula o Brasil quitou as dívidas com o FMI, eliminando empréstimos a juros baratos de 6 a 7% e trocando por outros com juros exorbitantes de 18%.
88 - Lula mentiu para todos os brasileiros em rede nacional quando disse que foi dele a iniciativa de afastar Dirceu e Palocci por conta de corrupção. Ambos demitiram-se. Com direito a carta amorosa e tudo.
89 - Lula nomeou Henrique Pizzolato, seu coordenador de campanha, para gerenciar a área de marketing do Banco do Brasil. O resultado foi mais corrupção, Pizzolato comprou 70 mil ingressos, com dinheiro público, de um show de Zezé de Camargo e Luciano, para beneficiá-los pelo apoio durante a campanha.
90 - Lula permitiu que seu irmão utilizasse sua influencia para intermediar negócios entre ONGs, a prefeitura de Jacareí, a Caixa Econômica Federal e a Petrobrás, numa clara demonstração de tráfico de influência.
91 - Os recurso do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) passaram a ser desviados pela gestão de Lula para ONGs de petistas e amigos pessoais de Lula que utilizam o capital para oferecer empréstimo obtendo lucros de até 7000%. Dinheiro público, mais um item para explicar porque tantos petistas enriqueceram nesses três anos!
92 - A carga tributária no governo Lula foi a maior na história do Brasil, alcançando 37,7% do PIB.
93 - Na campanha eleitoral atual Lula prometeu diminuir a carga tributária, porém o orçamento que mandou ao congresso prevê exatamente o contrário: A carga tributária aumentará novamente. Ou seja, ele já está descumprindo sua promessa por antecipação.
94 - No programa de governo de Lula para um segundo mandato não há nem um item falando sobre reforma da previdência. O rombo da previdência é o que causa maior escoamento de recursos na união. Principalmente a previdência de funcionários públicos.
95 - Economistas do mundo inteiro criticaram o programa de governo de Lula para o segundo mandato mostrando que há erros básicos de matemática na composição orçamentária.
96 - Lula aumentou em 60% o orçamento do Bolsa Família somente no mês de Julho, nas vésperas da eleição. Um desrespeito total a democracia, pois ele teve três anos e meio para fazer isso.
97 - O aumento do crédito consignado sem planejamento fez o comércio crescer por alguns meses, mas agora o faz travar devido ao grande nível de endividamento que isso criou. Crédito fácil não é nada quando a renda está em baixa. O governo Lula parece não entender preceitos básicos da economia.
98 - Lula insultou países e lideres vizinhos como Chile, Argentina e Uruguai. Além de demonstrar um extremo desrespeito para com seus subordinados, como mostra o livro Viagens com o Presidente, Dois Repórteres no Encalço de Lula do Planalto ao Exterior. Isso é atitude de um chefe de estado?
99 - A elite que o Lula tanto combate é exatamente aquela que dá suporte ao seu governo: Sarney (Aquele que anda censurando blogs), Newton Cardoso, Marcelo Crivela, José Alencar, Jader Barbalho (Aquele que saiu do congresso algemado no governo Fernando Henrique) e outras figuras bem conhecidas.
100 - Durante o governo do petista Olívio Dutra no sul, que depois foi ministro de Lula, o representante das FARC, Hernan Rodriguez, foi recebido no Palácio pelo próprio governador. A ABIN relata três documentos atestando apoio financeiro de 5 milhões de dólares das FARC para candidatos petistas.

Domingo, Setembro 03, 2006

 

Por uma escola sem partido

texto de Miguel Nagib
advogado e coordenador do EscolaSemPartido.org

Há dois anos, um pequeno grupo de pais e estudantes preocupados com a contaminação ideológica de nossas salas de aula decidiu fazer algo para combater essa grave ameaça ao ensino. Criaram, para isso, uma organização informal que, a exemplo de tantas iniciativas nos dias de hoje, se materializou numa página da internet: o www.escolasempartido.org.

O EscolaSemPartido.org, que tem por modelo bem-sucedidas experiências realizadas nos EUA – especialmente o http://www.studentsforacademicfreedom.org/ e o http://www.noindoctrination.org/ –, baseia-se na premissa de que, numa sociedade livre e pluralista (como diz ser a nossa), as instituições de ensino deveriam funcionar como centros de produção e irradiação do conhecimento, firmemente comprometidos com a busca da verdade, abertos às mais diversas perspectivas de investigação e capazes, por isso, de refletir, com a máxima fidelidade possível, os infinitos aspectos e matizes da realidade. É o que estabelece, com outras palavras, a própria Constituição Federal, ao dispor que “o ensino será ministrado com base nos princípios da liberdade – de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber – e do pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas”.

Infelizmente, contudo, isto não vem ocorrendo em grande parte das instituições de ensino no Brasil, da pré-escola à universidade.

Imbuídos da crença de que um outro mundo é possível, mas cientes, ao mesmo tempo, de que todas as tentativas históricas de implantar o paraíso na Terra, vitoriosas a princípio, acabaram fracassando de uma forma ou de outra em virtude do “mau comportamento” de seres humanos “egoístas”, “individualistas”, “ignorantes”, “atrasados” e terrivelmente apegados a instituições, valores e “preconceitos” burgueses – família, religião, patriotismo, propriedade privada, hierarquia, lealdade etc.–, alguns ideólogos perceberam que o advento desse outro mundo só seria realmente possível se precedido de uma profunda transformação na mentalidade das pessoas. E concluíram, por fim, que essa transformação haveria de ser realizada sobretudo por meio da educação.

Tratava-se, portanto, de uma dupla tarefa a ser posta em prática por educadores ideologicamente engajados: demolir o mundo malvado com a marreta do pensamento crítico e construir o mundo bom com a argamassa do politicamente correto: relativismo, multiculturalismo, igualitarismo, coletivismo, ecologismo, secularismo e outros ismos. Em suma: demolir e transformar em vez de simplesmente estudar e compreender o mundo.

Para a consecução desses objetivos, naturalmente, o educador do passado – para quem a educação era apenas uma forma de transmitir um conhecimento objetivo sobre a realidade – deveria ser substituído por um novo tipo de profissional. De acordo com essa concepção – defendida, entre muitos outros, pelo Prof. Jefferson Ildefonso da Silva, doutor em Educação pela PUC/SP, em artigo acadêmido publicado na Internet e reproduzido na seção “Corpo de Delito” do EscolaSemPartido.org –, o professor deve atuar em sala de aula como o “intelectual dirigente e orgânico” de Antonio Gramsci. Cabe aos educadores – diz o Prof. Jefferson – “conquistar o lugar de intelectual dirigente e colaborar para a organização popular na sua luta por uma nova ordem social e econômica”. Para isso, é necessário ultrapassar o “estágio romântico da consciência do professor”, caracterizado pela idéia de “vocação”, pelo “entusiasmo pela educação” e pela “crença no valor da ciência e do saber”. É fundamental que o professor se conscientize de sua condição de “trabalhador do ensino”. A partir desse momento, os professores “se organizam, se sindicalizam, provocam lutas massivas e fornecem um número elevado de militantes aos partidos de esquerda”. Tomam consciência de ser “militantes de uma causa política, partícipes de uma nova insurreição, à qual deveriam dedicar-se com mística revolucionária que não é outra coisa senão um amor interno e profundo para com as massas exploradas e dominadas no passado”. A consciência política, “imprescindível para que o conhecimento seja científica e tecnicamente organizado segundo os interesses populares”, “é o objetivo máximo de toda a formação do professor”.

Várias gerações de educadores foram e continuam a ser educadas segundo os cânones dessa pedagogia.

Em sua oposição democrática a esses cânones – assegurada pelo art. 206, incisos I e II, da Constituição Federal –, o EscolaSemPartido.org recebe e divulga depoimentos de estudantes que se sintam vítimas de doutrinação em sala de aula, garantindo ao professor ou instituição nomeada o exercício do direito de resposta. Além disso, o site – que é o único no gênero em língua portuguesa – pretende ser um centro de referência sobre o assunto, reunindo artigos, resenhas críticas de livros didáticos, atos normativos, debates, relatos e todo material relacionado ao problema da instrumentalização do conhecimento para fins político-ideológicos.

O EscolaSemPartido.org tem despertado grande simpatia entre pais preocupados com a educação de seus filhos e estudantes que não se limitam a exercer o pensamento crítico em relação aos alvos pré-determinados por seus professores. A iniciativa, no entanto, como não podia deixar de ser, desagradou muita gente. Grosso modo, nossos críticos se dividem em três grupos: os que se recusam a admitir a existência da doutrinação ideológica nas escolas; os que sabem que ela existe, talvez não concordem com a sua prática, mas por preguiça, acomodação ou solidariedade com a corrente política que a promove de forma organizada e sistemática se abstêm de condená-la; e, finalmente, os que a reconhecem e defendem sem pudor. Entre os dois últimos grupos, é comum a objeção, recentemente manifestada numa mensagem ao site, de que “todos nós temos ideologias, posicionamentos críticos frente a algo, não somos seres humanos vazios, temos as nossas crenças e valores que nos encaminham a algo”.

É verdade, mas isto não resolve o problema. A questão está em saber se professores, em sala de aula, devem dar livre curso às suas ideologias, crenças, simpatias e antipatias, na tentativa de moldar a cabeça de seus jovens e inexperientes alunos à sua própria imagem e semelhança; ou devem fazer um esforço permanente para conter essas tendências e se aproximar, tanto quanto possível, da perfeita (e talvez inatingível) objetividade científica.

Além disso, impõe-se a pergunta: se a contaminação ideológica é, como dizem, uma realidade incontornável, não estariam as instituições de ensino moralmente obrigadas a promover o equilíbrio ideológico dos seus respectivos corpos docentes, dando aos estudantes a oportunidade de confrontar dialeticamente as diversas perspectivas de seus professores e extrair desse confronto uma visão mais rica e abrangente da realidade?

A nosso ver, as duas coisas são necessárias e moralmente obrigatórias. Cabe ao educador renovar diariamente o seu compromisso com a objetividade científica e é dever das escolas promover o equilíbrio de perspectivas político-ideológicas dos seus quadros de professores (é óbvio que no interesse dos alunos e não no dos integrantes dessa ou daquela corrente de pensamento), como forma de neutralizar os inevitáveis resíduos de contaminação ideológica.

Nada disso, porém, está acontecendo. Refém da concepção pedagógica acima descrita, a maior parte das instituições de ensino – públicas e privadas, laicas e confessionais – sequer admite, por fraqueza ou cumplicidade, a existência ou a gravidade do problema. Quando confrontadas com denúncias concretas, negam os fatos ou tentam minimizá-los, tratando-os como episódios isolados. Os próprios estudantes – em reação sintomaticamente análoga à observada entre vítimas de seqüestros (a conhecida síndrome de Estocolmo) – assumem a defesa, quase sempre agressiva, dos professores acusados de doutrinação. Os alunos descontentes se calam. O medo de abrir a boca tomou conta da escola.

A educação no Brasil, como todos sabem, vai muito mal, mas os grupos que investem na doutrinação político-ideológica em sala de aula não têm do que reclamar. Seu portfolio contém investimentos de maturação lenta – crianças do ensino fundamental – e aplicações de curto-prazo – adolescentes na faixa dos 16 anos. Estudantes vampirizados no processo são automaticamente incorporados ao exército de voluntários, assegurando a expansão do negócio. Ao contrário do que sempre acontece, o governo não só não atrapalha, como incentiva, acoberta e patrocina a doutrinação. E os resultados estão aí, exuberantemente demonstrados pela morbosa uniformidade ideológica do cenário político e cultural brasileiro. Um êxito absoluto.

Outubro se aproxima e esses grupos já se preparam para o vale-tudo das eleições. Se nada for feito, nossas salas de aula serão novamente seqüestradas por professores dirigentes e orgânicos, empenhados na transformação da sociedade e, mais diretamente, na conquista de votos para os candidatos e partidos de sua predileção. É inútil esperar do governo alguma providência. Cabe à sociedade e, de modo especial, aos próprios estudantes, impedir que isto ocorra.

Quarta-feira, Julho 26, 2006

 

Segunda-feira, Julho 24, 2006

 

Quarta-feira, Junho 28, 2006

 

Trechos de Marx & Satan - Capítulo 2

Richard Wurmbrand - Marx & Satan, pp 20-35

TWO AGAINST ALL GODS
Satan in Marx's Family

When he wrote the works quoted in the last chapter, Marx, a premature genius, was only eighteen. His life's program had thus already been established. He had no vision of serving mankind, the proletariat, or socialism. He merely wished to bring the world to ruin, to build for himself a throne whose bulwark would be human fear. At that point, correspondence between Karl Marx and his father included some especially cryptic passages. The son writes, "A curtain had fallen. My holy of holies was rent asunder and new gods had to be installed." [1] These words were written on November 10, 1837 by a young man who had professed Christianity until then. He had earlier declared that Christ was in his heart. Now this is no longer so. Who are the newgods installed in Christ's place? The father replies. "I refrained from insisting on an explanation about a very mysterious matter although it seemed highly dubious." [2] What was this mysterious matter? No biographer of Marx has explained these strange sentences. On March 2, 1837, Marx's father writes to his son: "Your advancement, the dear hope of seeing your name someday of great repute, and your earthly well-being are not the only desires of my heart. These are illusions I had had a long time, but I can assure you that their fulfillment would not have made me happy. Only if your heart remains pure and beats humanly and if no demon is able to alienate your heart from better feelings, only then will I be happy."[3] What made a father suddenly express the fear of demonic influence upon a young son who until then had been a confessed Christian? Was it the poems he received as a present from his son for his fifty-fifth birthday? The following quotation is taken from Marx's poem "On Hegel": Words I teach all mixed up into a devilish muddle. Thus, anyone may think just what he chooses to think. [4] Here also are words from another epigram on Hegel: Because I discovered the highest, And because I found the deepest through meditation, I am great like a God; I clothe myself in darkness like Him. [5] In his poem "The Pale Maiden," he writes: Thus heaven I've forfeited, I know it full well. My soul, once true to God, Is chosen for hell. [6] No commentary is needed. Marx had started out with artistic ambitions. His poems and drama are important in revealing the state of his heart; but having no literary value, they received no recognition. Lack of success in drama gave usa Goebbels, the propaganda minister of the Nazis; in philosophy a Rosenberg, the purveyor of German racism; in painting and architecture a Hitler. Hitler was a poet too. It can be assumed that he never read Marx's poetry, but the resemblance is striking. In his poems Hitler mentions the same Satanist practices: On rough nights, I go sometimes To the oak of Wotan in the still garden,To make a pact with dark forces. The moonlight makes runes appear. Those that were sunbathed during the day Become small before the magic formula. [7] "Wotan" is the chief god of German heathen mythology. "Runes" were symbols used for writing in olden times. Hitler soon abandoned a poetic career, and so did Marx, who exchanged it for a revolutionary career in the name of Satan against a society which had not appreciated his poems. This is conceivably one of the motives for his total rebellion.

Being despised as a Jew was perhaps another. Two years after his father's expressed concern, in 1839, the young Marx wrote The Difference Between Democritus' and Epicurus' Philosophy of Nature, in the preface to which he aligns himself with the declaration of Aeschylus, "I harbor hatred against all gods."[8] This he qualifies by stating that he is against all gods on earth and in heaven that do not recognize human self-consciousness as the supreme godhead. Marx was an avowed enemy of all gods, a man who had bought his sword from the prince of darkness at the price of his soul. He had declared it his aim to draw all mankind into the abyss and to follow them laughing. Could Marx really have bought his sword from Satan? His daughter Eleanor says that Marx told her and her sisters many stories when they were children. The one she liked most was about a certain Hans Röckle. "The telling of the story lasted months and months, because it was a long, long story and never finished. Hans Röckle was a witch ... who had a shop with toys and many debts.... Though he was a witch, he was always in financial need. Therefore he had to sell against his will all his beautiful things, piece after piece, to the Devil.... Some of these adventures were horrifying and made your hair stand on end." [9] Is it normal for a father to tell his little children horrifying stories about selling one's dearest treasures to the Devil? Robert Payne in his book Marx [10] also recounts this incident in great detail, as told by Eleanor - how unhappy Röckle, the magician, sold the toys with reluctance, holding on to them until the last moment. But since he had made a pact with the Devil, there was no escaping it. Marx's biographer continues, "There can be very little doubt that those interminable stories were autobiographical. He had the Devil's view of the world, and the Devil's malignity. Sometimes he seemed to know that he was accomplishing works of evil." [10] When Marx had finished Oulanem and other early poems in which he wrote about having a pact with the Devil, he had no thought of socialism. He even fought against it. He was editor of a German magazine, the Rheinische Zeitung, which "does not concede even theoretical validity to Communist ideas in their present form, let alone desire their practical realization, which it anyway finds impossible.... Attempts by masses to carry out Communist ideas can be answered by a cannon as soon as they have become dangerous..." [12]

Marx Will Chase God from Heaven

After reaching this stage in his thinking, Marx met Moses Hess, the man who played the most important role in his life, the man who led him to embrace the Socialist ideal. Hess calls him "Dr. Marx - my idol, who will give the last kick to medieval religion and politics."[13] To give a kick to religion was Marx's first aim, not socialism. Georg Jung, another friend of Marx at that time, writes even more clearly in 1841 that Marx will surely chase God from His heaven and will even sue Him. Marx calls Christianity one of the most immoral religions.[14] No wonder, for Marx note believed that Christians of ancient times had slaughtered men and eaten their flesh. These then were the expectations of those who initiated Marx into the depths of Satanism. There is no support for the view that Marx entertained lofty social ideals about helping mankind, saw religion as a hindrance in fulfilling this ideal, and for this reason embraced an antireligious attitude. On the contrary, Marx hated any notion of God or gods. He determined to be the man who would kick out God - all this before he had embraced socialism, which was only the bait to entice proletarians and intellectuals to embrace this devilish ideal.

Eventually Marx claims not to even admit the existence of a Creator. Incredibly, he maintained that mankind shaped itself. He wrote, "Seeing that for the Socialist man all of so-called world history is nothing other than the creation of man through human work, than the development of nature for man, he has the incontestable proof of his being born from himself.... The criticism of religion ends with the teaching that man is the supreme being for man." When no Creator is acknowledged, there is no one to give us commandments, or to whom we are accountable. Marx confirms this by stating, "Communists preach absolutely no morals." When the Sovietsin their early years adopted the slogan, "Let us drive out the capitalists from earth and God from heaven," they were merely fulfilling the legacy of Karl Marx.

One of the peculiarities of black magic, as mentioned earlier, is the inversion of names. Inversions in general so permeated Marx's whole manner of thinking that he used them throughout. He answered Proudhon's book The Philosophy of Misery with another book entitled The Misery of Philosophy. He also wrote, "We have to use instead of the weapon of criticism, the criticism of weapons." [15] Here are further examples of Marx's use of inversion in his writing: "Let us seek the enigma of the Jew not in his religion, but rather let us seek the enigma of his religion in the real Jew." [16] "Luther broke the faith in authority, because he restored the authority of faith. He changed the priests into laymen, because he changed the laymen into priests." [17] Marx used this technique in many places. He used what could be called typical Satanist style.

Shifting gears somewhat, men usually wore beards in Marx's time, but not beards like his, and they did not have long hair. Marx's manner and appearance was characteristic of the disciples of Joanna Southcott, a cultist priestess of an occult sect who claimed to be in contact with the ghost Shiloh. [18] It is strange that some sixty years after her death in 1814, "the Chatham group of Southcottians were joined by a soldier, James White, who, after his period of service in India, returned and took the lead locally, developing further the doctrines of Joanna ... with a communistic tinge." [19] Marx did not often speak publicly about metaphysics, but we can gather his views from the men with whom he associated. One of his partners in the First International was Mikhail Bakunin, a Russian anarchist,who wrote: "The Evil One is the satanic revolt against divine authority, revolt in which we see the fecund germ of all human emancipations, the revolution. Socialists recognise each other by the words 'In the name of the one to whom a great wrong has been done.'" "Satan [is] the eternal rebel, the first freethinker and the emancipator of worlds. He makes man ashamed of his bestial ignorance and obedience; he emancipates him, stamps upon his brow the seal of liberty and humanity, in urging him to disobey and eat of the fruit of knowledge." [20]

Bakunin does more than praise Lucifer. He has a concrete program of revolution, but not one that would free the poor from exploitation. He writes: "In this revolution we will have to awaken the Devil in the people, to stir up the basest passions. Our mission is to destroy, not to edify. The passion of destruction is a creative passion." [21] Marx, along with Bakunin, formed the First International and endorsed this strange program. Marx and Engels said in The Communist Manifesto that the proletarian sees law, morality, and religion as "so many bourgeois prejudices, behind which lurk in ambush just as many bourgeois interests." Bakunin reveals that Proudhon, another major Socialist thinker and at that time a friend of Karl Marx, also "worshipped Satan."[22] Hess had introduced Marx to Proudhon, who wore the same hair style typical of the nineteenth-century Satanist sect of Joanna Southcott. Proudhon, in The Philosophy of Misery, declared that God was the prototype for injustice. "We reach knowledge in spite of him, we reach society in spite of him. Every step forward is a victory in which we overcome the Divine." [23] He exclaims, "Come, Satan, slandered by the small and by kings. God is stupidity and cowardice; God is hypocrisy and falsehood; God is tyranny and poverty; God is evil. Where humanity bows before an altar, humanity, the slave of kings and priests, will be condemned.... I swear, God,with my hand stretched out towards the heavens, that you are nothing more than the executioner of my reason, the sceptre of my conscience.... God is essentially anticivilized, antiliberal, antihuman." [24] Proudhon declares God to be evil because man, His creation, is evil.

Such thoughts are not original; they are the usual content of sermons delivered in Satanist worship. Marx later quarreled with Proudhon and wrote a book to refute his Philosophy of Misery. But Marx contradicted only minor economic doctrines. He had no objection to Proudhon's demonic anti-God rebellion. Heinrich Heine, the renowned German poet, was a third intimate friend of Marx. He too was a Satan-fancier. He wrote: "I called the devil and he came, His face with wonder I must scan; He is not ugly, he is not lame. He is a delightful, charming man." [25] "Marx was a great admirer of Heinrich Heine. Their relationship was warm, hearty." [26] Why did he admire Heine? Perhaps for Satanist thoughts like thefollowing: "I have a desire ... for a few beautiful trees before my door, and if dear God wishes to make me totally happy, he will give me the joy of seeing six or seven of my enemies hanged on these trees. With a compassionate heart I will forgive them after death all the wrong they have done to me during their life. Yes, we must forgive our enemies, but not before they are hanged. I am not revengeful. I would like to love my enemies. But I cannot love them before taking revenge upon them. Only then my heart opens for them. As long as one has not avenged himself, bitterness remains in the heart." Would any decent man be an intimate friend of one who thinks like this? But Marx and his entourage thought alike. Lunatcharski, a leading philosopher who was once minister of education of the U.S.S.R., wrote in Socialism and Religion that Marx set aside all contact with God and instead put Satan in front of marching proletarian columns.

It is essential at this point to state emphatically that Marx and his comrades, while anti-God, were not atheists, as present-day Marxists claim to be. That is, while they openly denounced and reviled God, they hated a God in whom they believed. They challenged not His existence, but His supremacy. When the revolution broke out in Paris in 1871, the Communard Flourens declared, "Our enemy is God. Hatred of God is the beginning of wisdom." [27] Marx greatly praised the Communards who openly proclaimed this aim. But what has this to do with a more equitable distribution of goods or with better social institutions? Such are only the outward trappings for concealing the real aim - the total eradication of God and His worship. Today we see the evidence of this in such countries as Albania and North Korea, where all churches, mosques, and pagodas have been closed.

Marx's Devilish Poetry

We see this clearly in Marx's poetry. In "Invocation of One in Despair" and "Human Pride," man's supreme supplication is for his own greatness. If man is doomed to perish through his own greatness, this will be a cosmic catastrophe, but he will die as a godlike being, mourned by demons. Marx's ballad "The Player" records the singer's complaints against a God who neither knows nor respects his art. This emerges from the dark abyss of hell, "bedeviling the mind andbewitching the heart, and his dance is the dance of death."[28] The minstrel draws his sword and throws it into the poet's soul. Art emerging from the dark abyss of hell, bedeviling the mind... This reminds us of the words of the American revolutionary Jerry Rubin in Do It: "We've combined youth, music, sex, drugs, and rebellion with treason - and that's a combination hard to beat." [29] In his poem "Human Pride," Marx admits that his aim is not to improvethe world or to reform or revolutionize it, but simply to ruin it and to enjoy its being ruined:

With disdain I will throw my gauntlet
Full in the face of the world,
And see the collapse of this pygmy giant
Whose fall will not stifle my ardour.
Then will I wander godlike and victorious
Through the ruins of the world
And, giving my words an active force,
I will feel equal to the Creator. [30]

Marx adopted Satanism after intense inner struggle. He ceased writing poems during a period of severe illness, a result of the tempest within his heart. He wrote at that time about his vexation at having to make an idol of a view he detested. He felt sick. [31] The overriding reason for Marx's conversion to communism appears clearly in a letter of his friend Georg Jung to Ruge: it was not the emancipation of the proletariat, nor even the establishing of a better social order. Jung writes: "If Marx, Bruno Bauer and Feuerbach associate to found atheological-political review, God would do well to surround himself with all his angels and indulge in self-pity, for these three will certainly drive him out of heaven...." [32]

Were these poems the only expressly Satanist writings of Karl Marx? We do not know, because the bulk of his works is kept secret by those who guard his manuscripts. In The Revolted Man, Albert Camus stated that thirty volumes of Marx and Engels have never been published and expressed the presumption that they are not much like what is generally known as Marxism. On reading this, I had one of my secretaries write to the Marx Institute in Moscow, asking if this assertion of the French writer is true. I received a reply. The vice director, one Professor M. Mtchedlov, after saying Camus lied, nevertheless confirmed his allegations. Mtchedlov wrote that of a total of one hundred volumes, only thirteen have appeared. He offered a ridiculous excuse for this: World War II forestalled the printing of the other volumes. The letter was written in 1980,thirty-five years after the end of the war. And the State Publishing House of the Soviet Union surely has sufficient funds. From this letter it is clear that though the Soviet Communists have all the manuscripts for one hundred volumes, they have chosen to publish only thirteen. There is no other explanation than that most of Marx's ideas are deliberately being kept secret.

Marx's Ravaged Life

All active Satanists have ravaged personal lives, and this was the case with Marx as well. Arnold Künzli, in his book Karl Marx - A Psychogram,[33] writes about Marx's life, including the suicide of two daughters and a son-in-law. Three children died of malnutrition. His daughter Laura, married to the Socialist Lafargue, also buried three of her children; then she and her husband committed suicide together. Another daughter, Eleanor, decided with her husband to do likewise. She died; he backed out at the last minute. Marx felt no obligation to earn a living for his family, though he could easily have done so through his tremendous knowledge of languages. Instead, he lived by begging from Engels. He had an illegitimate child by his maid servant, Helen Demuth. Later he attributed the child to Engels, who accepted this comedy. Marx drank heavily. Riazanov, director of the Marx-Engels Institute in Moscow, admits this fact in his book Karl Marx, Man, Thinker and Revolutionist. [34] Eleanor was Marx's favorite daughter. He called her Tussy and frequently said, "Tussy is me." She was shattered when she heard about the scandal of illegitimacy from Engels on his deathbed. It was this that led to her suicide. It should be noted that Marx, in The Communist Manifesto, had railed against capitalists "having the wives and daughters of their proletarians at their disposal."

Such hypocrisy was not out of character for Karl Marx. There was an even darker spot in the life of Marx, the great revolutionary. The German newspaper Reichsruf (January 9, 1960)published the fact that the Austrian chancellor Raabe donated toNikita Khrushchev, then director of Soviet Russia, an original letter of Karl Marx. Khrushchev did not enjoy it, because it was proof thatMarx had been a paid informer of the Austrian police, spying on revolutionaries. The letter had been found accidentally in a secret archive. It indicated that Marx, as an informer, reported on his comrades during his exile in London. He received $25 for each bit of information he turned up. His notes were about the revolutionary exiles in London, Paris, and Switzerland. One of those against whom he informed was Ruge, who considered himself an intimate friend of Marx. Cordial letters between the two still exist.

Rolv Heuer describes Marx's ravaged financial life in Genius andRiches: "While he was a student in Berlin, the son of papa Marx received 700 thalers a year pocket-money." [35] This was an enormous sum because at that time only 5 percent of the population had an annual income greater than 300 thalers. During his lifetime, Marx received from Engels some six million French francs, according to the Marx Institute. Yet he always lusted after inheritances. While an uncle of his was in agony, Marx wrote, "If the dog dies, I would be out of mischief."[36] To which Engels answers, "I congratulate you for the sickness of the hinderer of an inheritance, and I hope that the catastrophe will happen now."[37] "The dog" died, and Marx wrote on March 8, 1855, "A very happy event. Yesterday we were told about the death of the ninety-year-old uncle of my wife. My wife will receive some one hundred Lst; even more if the old dog has not left a part of his money to the lady who administered his house." [38]

He did not have any kinder feelings for those who were much nearer to him than his uncle. He was not even on speaking terms with his mother. In December 1863 he wrote to Engels, "Two hours ago a telegram arrived to say that my mother is dead. Fate needed to take one member of the family. I already had one foot in the grave. Under the circumstances I am needed more than the old woman. I have to go to Trier about their inheritance." [39] This was all he had to say at his mother's passing. In addition, the relationship between Marx and his wife was demonstrably poor. She abandoned him twice but returned each time. When she died, he did not even attend her funeral.

Always in need of funds, Marx lost much money at he stock exchange, where he, the great economist, knew only how to lose. Marx was an intellectual of high caliber, as was Engels. But their correspondence is full of obscenities, unusual for their class of society. Foul language abounds, and there is not one letter in which one hears an idealist speaking about his humanist or Socialist dream. Since the Satanist sect is highly secret, we have only reports about the possibilities of Marx's connections with it. But his disorderly life is undoubtedly another link in the chain of evidence already considered.

NOTES: Chapter 2
1. Karl Marx, letter of November 10, 1837 to his father, MEW, XXX,p. 218.
2. Ibid., Heinrich Marx, letter of February 10, 1838 to Karl Marx,p. 229.
3. Ibid., Heinrich Marx, letter of March 2, 1837 to Karl Marx, p.203.
4. Ibid., Karl Marx, "Hegel," pp. 41, 42.
5. Quoted in Deutsche Tagespost, West Germany, December 31, 1982.
6. Op. cit., MEW, XXX, Karl Marx, "Das Bleiche Mädchen" ("The PaleMaiden"), pp. 55-57.
7. Müllern-Schönhausen, The Solution of the Riddle, Adolf Hitler.
8. Op. cit., MEW, III, Karl Marx, Ueber die Differenz derDemokritischen and Epikureischen Naturphilosophie Vorrede (TheDifference Between Democritus' and Epicurus' Philosophy of Nature,Foreword), p. 10.
9. Jenny von Westphalen, Mohr und General, Erinnerungen an Marxund Engels (The Moor and the General, Remembrances about Marx andEngels) (Berlin: Dietz-Verlag, 1964), pp. 273, 274.
10. Payne, Robert, Marx (New York: Simon & Schuster, 1968), p.317.
11. Ibid.
12. Karl Marx, Die Rheinische Zeitung (Rhine Newspaper), "DerKommunismus and die Augsburger Allgemeine Zeitung (Communism and theAugsburger Allgemeine Newspaper)," MEGA, I, i (1), p. 263.
13. Moses Hess, letter of September 2, 1841 to Berthold Auerbach,MEGA, I, i (2), p. 261.
14. Ibid., Georg Jung, letter of October 18, 1841 to Arnold Ruge,pp. 261, 262.
15. Karl Marx, Zur Kritik der Hegelschen RechtsphilosophieEinleitung (Critique of the Hegelian Philosophy of Law), Introduction,MEGA, I, i (1), p. 614.
16. MEW, I, p. 372.
17. Ibid., p. 386.
18. Hans Enzensberger, Gespräche mit Marx und Engels(Conversations with Marx and Engels) (Frankfurt-am-Main: Insel Verlag,1973), p. 17.
19. James Hastings, Encyclopaedia of Religion and Ethics, Vol. XI(New York: Charles Scribner's Sons, 1921), p. 756.
20. Mikhail Bakunin, God and the State (New York: DoverPublications, 1970), p. 112.
21. Roman Gul, Dzerjinskii, published by the author in Russian(Paris, 1936), p. 81.
22. Op. cit., Enzensberger, p. 407.
23. Pierre-Joseph Proudhon, Philosophie de la Misere (ThePhilosophy of Misery) (Paris: Union Generate d'Editions, 1964), pp.199, 200.
24. Ibid., pp. 200, 201.
25. Paul Garus, History of the Devil (East Brunswick, NJ.: BellPublish ing Co.), p. 435.
26. Heinrich Heine, Works, Vol. I, p. LXIV.
27. Charles Boyer, The Philosophy of Communism (10: "The PoliticalAtheism of Communism" by Igino Giordani) (New York: Fordham UniversityPress, 1952), p. 134.
28. Op. cit., Marx, "Spielmann," pp. 57, 58.
29. Jerry Rubin, Do It (New York: Simon & Schuster, 1970), p. 249.
30. Karl Marx, "Menschenstolz" ("Human Pride"), MEGA, I, i (2), p.50.
31. Ibid., Karl Marx, letter of November 10, 1837 to his father,p. 219.
32. Ibid., Georg Jung, letter of October 18, 1841 to Arnold Ruge,pp. 261, 262.
33. Arnold Künzli, Karl Marx, Eine Psychographie (Karl Marx, aPsychogram) (Zurich: Europa Verlag, 1966).
34. David Rjazanov, Karl Marx: Man, Thinker and Revolutionist(Karl Marx als Denker, Mensch und Revolutionary (New York:International Publishers, 1927).
35. Rolv Heuer, Genie and Reichtum (Genius and Riches) (Vienna:Bertelsmann Sachbuchverlag, 1971), pp. 167, 168.
36. Karl Marx, letter of February 27, 1852 to Friedrich Engels,MEW, XXVIII, p. 30.
37. Ibid., Friedrich Engels, letter of March 2, 1852 to Karl Marx,p. 33.
38. Ibid., Karl Marx, letter of March 8, 1855 to Friedrich Engels,p. 438.
39. Karl Marx, letter of December 2, 1863 to Friedrich Engels, MEW, XXX, p. 376.

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